Eu sei que parece estúpido dar tanta importância ao nome que se dá a um carro, mas a verdade é que consegui criar uma identidade tão forte com o Pudim que ele era quase uma pessoa... Ou pronto, uma pessoa também não, mas uma identidade, uma presença, uma companhia.
Nunca ninguém o tratou por carro, por Peugeot, por 106... não. Era o Pudim.
Óbvio que o nome surgiu inicialmente como resposta à matrícula PD que, em francês, tem um significado menos simpático.
Após analisadas as milhentas opções que estas duas letras oferecem (padre, pedra, pedro, podre, etc), tive que puxar pela cabeça porque a tendência geral era para que ficasse Peido. E Peido ninguém se quer chamar, nem um simples 106 branco saído das mãos de uma velhota para o meio de uma discussão constante entre dois irmãos que reclamavam a sua posse.
Pudim surgiu e Pudim ficou, e Pudim será para sempre, mesmo depois de morrer que estes carros assim com personalidade não vão para a sucata, simplesmente morrem. Mas este de qualquer forma não morre porque vai viver para Évora com uma tia que me vai pagar tuta e meia por ele. O suficiente para pagar o rádio do Smart e mais umas dívidas com a senhora minha mãe.
Mas falando do Smart. Precisa de um nome!
GP é uma matrícula fácil até, mas as hipóteses não têm sido fabulosas. Toda a gente parece ter uma opinião muito final, mais final até que a minha o que não tem qualquer validade porque o carro é meu e já sabemos que quando se trata das minhas próprias coisas a democracia fica para trás. Ainda assim, estou aberta a mais sugestões do que aquelas que levo a votação aqui do lado direito!

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