Penso que nunca será tarde para referir que descobri em mim uma capacidade inata para remar.
Nomeadamente canoagem.
Nomeadamente a descer o Rio Zêzere.
Nomeadamente com a Manicas como parceira de canoagem.
Na verdade, posso mesmo dizer que só não sou campeã mundial de canoagem porque a minha mãe achou que esse era um desporto mais razoável para o meu irmão Filipe, enquanto que a mim me esperavam anos de tortura na ginástica rítmica, em que a professora para nos estalar os ossos nos fazia deitar em fila de barriga para baixo com os braços esticados para a frente, colocava-se de pé "em cima de nós", ou seja, com um pé de cada lado do rabo, agarrava-nos nas mãozinhas e puxava-nos os braços e o tronco tão para trás até nos saltarem lágrimas de dor. E estavamos aquecidas!
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